A maior parte dos quadros de saúde mental pode ser avaliada e acompanhada por vídeo com a mesma qualidade do presencial. Abaixo, o que costuma trazer as pessoas até aqui — e como cada tema se acompanha a distância.
Ansiedade
Preocupação que não desliga, coração acelerado, tensão no corpo e a sensação constante de que algo ruim está para acontecer.
Por vídeo, a avaliação percorre o mesmo caminho: quando os sintomas começaram, o que os piora e como eles atrapalham o seu dia. O acompanhamento em consultas de retorno costuma ser ainda mais fácil de manter — não há deslocamento entre uma consulta e outra.
Saiba mais sobre ansiedade → Depressão
Tristeza que não passa, cansaço que o sono não resolve e a perda de interesse por aquilo que antes dava prazer.
Sair de casa é justamente o que fica mais difícil na depressão. A consulta online remove esse obstáculo: o atendimento acontece de onde você já está, com o mesmo tempo de escuta e o mesmo plano de tratamento.
Saiba mais sobre depressão → Burnout
Esgotamento ligado ao trabalho: acordar já cansado, irritação com o que antes era rotina e a sensação de vazio no fim do expediente.
Quem está em burnout raramente tem uma tarde livre para atravessar a cidade. Por vídeo, a consulta cabe no intervalo do trabalho ou no fim do dia, sem precisar justificar a ausência.
Saiba mais sobre burnout → Insônia
"Não consigo dormir": horas até pegar no sono, despertar de madrugada sem conseguir voltar, e o dia seguinte cobrando o preço.
A avaliação do sono é feita por conversa e por registro do que acontece nas suas noites — nada disso exige presença física. É um dos temas que melhor se acompanha por teleconsulta, com ajustes ao longo das semanas.
Saiba mais sobre insônia → TDAH em adultos
Dificuldade de sustentar o foco, prazos que estouram, começar muitas coisas e terminar poucas, desorganização que já custou caro.
A investigação de TDAH em adultos se apoia na sua história de vida, escolar e profissional — uma conversa longa, que a videochamada comporta sem perda. Quando indicado, o acompanhamento do tratamento também segue online.
Saiba mais sobre TDAH em adultos → Síndrome do pânico
Crises súbitas de medo com falta de ar, coração disparado e a certeza de que algo grave vai acontecer — e, depois, o medo da próxima crise.
Para quem passou a evitar sair de casa ou entrar em transporte lotado, marcar uma consulta presencial pode ser a própria barreira. A teleconsulta permite começar o tratamento de onde você se sente seguro.
Saiba mais sobre síndrome do pânico → Transtorno bipolar
Períodos de energia acelerada, pouco sono e decisões impulsivas, alternando com quedas profundas de humor.
O transtorno bipolar pede acompanhamento regular e ajustes finos de medicação. A consulta por vídeo torna esse retorno frequente viável mesmo para quem mora longe de um médico especializado em saúde mental.
Saiba mais sobre transtorno bipolar → TOC
Pensamentos que voltam sem parar e rituais de checagem, limpeza ou contagem que tomam um pedaço grande do dia.
Falar sobre obsessões e rituais é constrangedor para muita gente. Estar em casa, no seu ambiente, costuma facilitar essa conversa — e é ali que os rituais acontecem, o que ajuda na avaliação.
Saiba mais sobre TOC → Estresse e TEPT
Estresse crônico e respostas ao trauma: lembranças que invadem, sobressalto fácil, sono ruim e a tentativa de evitar tudo que lembre o que aconteceu.
O atendimento por vídeo respeita o seu ritmo para contar o que precisa ser contado, no lugar que você escolher. O plano de cuidado e o acompanhamento seguem os mesmos do presencial.
Saiba mais sobre estresse e TEPT → Depressão pós-parto
Depois do parto: choro sem motivo claro, culpa, medo de não dar conta e uma distância que não era esperada em relação ao bebê.
Com um recém-nascido em casa, sair para uma consulta é quase inviável. A teleconsulta acontece com o bebê por perto, no horário que o dia permitir — inclusive nos primeiros meses.
Saiba mais sobre depressão pós-parto →